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Centro de Inovação de Matosinhos vai receber no próximo Verão 15 empresas, incluindo a SIC

por SIC - Blog, em 25.10.10

As obras que transformarão o matadouro de Matosinhos num Centro de Inovação, que acolherá o grupo Impresa e outras empresas, ficarão concluídas no Verão do próximo ano, garantiu o presidente da autarquia.

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O autarca de Matosinhos, Guilherme Pinto, considerou o novo Centro de Inovação de Matosinhos (CIM) uma "peça essencial" para aquela zona da cidade.
"Matosinhos/Sul é um caso de sucesso e, por ventura, o local mais apetecido na Área Metropolitana do Porto (AMP) para habitar. No entender da Câmara, faltava esta peça essencial para termos a certeza de que estamos a construir esta cidade inclusiva", disse.
A reconversão do antigo matadouro em CIM representa um investimento de cerca de cinco milhões de euros, sendo que o edifício acolherá 15 empresas, designadamente a SIC, o Expresso e a Visão, do grupo Impresa, bem como a Inovamais, a Filbox produções Audiovisuais, a No More/No Less, a HOT Consulting, a No Trouble, a SoJornal, a Mediapress, a 7Graus, a GMTS, a InfoPortugal e, entre outras, a AEIOU.
Este conjunto de empresas representa um volume de negócios anual de mais de 250 milhões de euros, dando emprego a 188 pessoas.
Guilherme Pinto salientou que as obras que transformarão "o espaço numa zona dinâmica" arrancam já no dia 3 de Novembro e têm um prazo de execução de seis meses.
O autarca referiu ainda que há já um conjunto de outras empresas que se encontram em lista de espera para aderirem ao CIM e, uma vez que as instalações estão já lotadas, a Câmara de Matosinhos está já a equacionar como poderá aproveitar melhor a zona sul da cidade para as acolher.
O outro CIM, garantiu, "ficará próximo".
Para Guilherme Pinto, não houve atrasos neste projecto, contudo, Luís Marques, director geral da SIC, afirmou que tinha "expectativas" de que a televisão estivesse já ali instalada.
"Não houve atraso, a fase difícil foi a do projecto, quando ficou tudo definido com o grupo Impresa não houve um minuto de atraso", disse Guilherme Pinto.
Já Luís Marques referiu que as obras estão com "algum atraso em relação às expectativas", precisando que a mudança estava inicialmente prevista para "antes deste Verão".
Luís Marques salientou a importância da transferência da SIC, Expresso e Visão para Matosinhos, considerando tratar-se de "uma mudança muito importante, porque permite juntar no mesmo espaço os serviços que o grupo tem no Porto".
O responsável afirmou que esta mudança de instalações vai permitir à SIC/Porto crescer, uma vez que será criada uma televisão de raiz.
"Uma das limitações que a SIC tinha é a de que o espaço que ocupa tem um conjunto de constrangimentos do ponto operacional", disse, acrescentando que "vai permitir que o Porto e o norte tenham condições de ajudar mais a SIC Lisboa na oferta de informação".
Admitiu ainda que, na sequência deste crescimento, estejam implícitas novas contratações.
Foi em Junho de 2009 que a autarquia anunciou que iria arrendar ao grupo Impresa as instalações do antigo matadouro, por um período de 15 anos renovável, pelo valor mensal de oito mil euros.

Lusa

 

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publicado às 21:30




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