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Diana Chaves: “Fiz a escolha certa. Estou feliz na SIC”

por SIC - Blog, em 22.04.11

Reservada, a protagonista de ‘Laços de Sangue’ (SIC) diz que todos os dias luta contra a timidez. A maior ambição é ser feliz. Esta entrevista da Diana Chaves foi feita pelo jornal Correio da Manhã.

Como está a correr o papel de Inês, em ‘Laços de Sangue'?

O melhor possível. As pessoas adoram a novela. E eu estou a adorar fazer a Inês, apesar de ela sofrer muito. Tem sido um desafio grande e com um sabor especial porque é a minha primeira protagonista. Está tudo a correr lindamente e as audiências têm sido uma surpresa. Mas não para nós, que sabíamos o que estávamos a fazer e o que temos investido no projecto.

É pesado ser a protagonista de uma novela?

É. A carga horária é maior, as cenas mais complexas, exigem mais esforço, mais concentração. Por isso é que estou a cem por cento neste projecto. Estou a dar o meu melhor.

É complicado interpretar a boazinha da história?

Um bocadinho. Ao contrário do que as pessoas pensam, fazer a boazinha, a pessoa normal, não é fácil. Mas a Inês foge ao padrão da heroína romântica porque é uma lutadora e também tem os seus momentos de raiva e desejos de vingança. Ao revoltar-se ela assume atitudes que não se adequam à heroína romântica.

Como têm sido as cenas com a Joana Santos, a sua rival no enredo?

Temos feito cenas muito complicadas, com grande tensão.

Esta novela é feita em cooperação com a TV Globo. O que notou de diferente?

No começo dos ensaios contámos com a Laís, directora de actores da Globo. E foi usado um método diferente. A técnica da Laís foi muito útil e produtiva, uma mais-valia para o projecto fluir melhor.

Que metodologia foi usada?

Em vez de trabalharmos o texto em termos de leitura, recorremos mais às emoções através de variadas técnicas...

Em 2008 assinou um contrato de exclusividade de cinco anos com a SIC. Foi um momento difícil atendendo a que começou na TVI?

Foi difícil. Estou muito grata à TVI e às pessoas que acreditaram. Fui sempre bem tratada e tenho as melhores recordações da estação, mas há momentos na vida em que temos de arriscar, tomar decisões. E a proposta era muito aliciante. Tomei a decisão e fiz a escolha certa. Sou feliz na SIC.

Tem alguma cláusula especial que tivesse feito questão de constar no contrato?

Apresentar, em simultâneo com a representação.

Neste momento há imensos actores que vieram da TVI para a SIC. Como viu esta movimentação?

Foi óptimo. É o resultado da concorrência feroz. É bom para todos: TVI, SIC, actores, apresentadores... A concorrência traz qualidade.

Que diferença nota entre a ficção da TVI e a da SIC?

Falando de ‘Laços de Sangue', que tem a parceria da Globo, acho que se notam diferenças a nível do texto. Existe o chamado ‘gancho', que víamos nas novelas brasileiras. É algo que acontece de inesperado no final do episódio e que nos obriga a ver o episódio seguinte. Mesmo nós, que fazemos a novela, ficamos com vontade de saber o que vai acontecer. Isto é uma mais-valia.

Em termos de representação qual é a sua maior ambição?

Costuma dizer-se que o céu é o limite (sorriso). Um dia de cada vez. Sou uma pessoa lutadora, tenho objectivos, mas não sou obcecada, nem extremamente ambiciosa. A minha maior ambição é ser feliz. Quero fazer o que gosto, conseguir melhores papéis, projectos diferentes. Não gosto de fazer projectos a longo prazo. É assim que tenho vivido até agora e tenho sido feliz.

Que recorda dos ‘Morangos', onde se estreou?

Foi uma altura muito divertida da minha vida. Conheci actores e técnicos com quem ainda trabalho. Foram tempos de grande aprendizagem, porque gravávamos de segunda a sábado, doze horas por dia.

No seu trabalho com quem se dá melhor?

Dou-me bem com toda a gente, mas sou reservada. Os meus amigos continuam a ser os de sempre, dos tempos da natação. Depois do trabalho tenho a minha família, a minha casa, os meus amigos, que não fazem parte deste meio. Mas tenho duas ou três pessoas com quem me dou melhor.

Quem são essas pessoas?

A Jessica Athaíde e a Dânia Neto.

É difícil conhecer a Diana Chaves?

É. Sou uma pessoa sociável, mas só me sinto descontraída junto de quem conheço bem e confio.

É difícil dar entrevistas?

Sinto que é uma exposição, mas faz parte do meu trabalho. Sou tímida, reservada, mas todos os dias luto para esconder esta timidez.

Vamos vê-la em mais uma edição do ‘Salve-se Quem Puder', este Verão?

Não sei. Mas gostava muito. Vamos ver. Gostei da experiência, foi um programa muito divertido.

Já recorreu à Justiça por causa de notícias sobre a sua vida pessoal?

Várias vezes. E fui bem sucedida.

Os filhos fazem parte dos seus planos?

É um processo natural...

PERFIL

Diana Chaves, de 29 anos, estreou-se no reality show da TVI ‘1.ª Companhia' (2005). Integrou depois o elenco de ‘Morangos com Açúcar' (2006) no papel de Susana. Seguiram-se ‘Ilha dos Amores', e ‘A Outra', da TVI e ‘Podia Acabar o Mundo' da SIC. Em 2009, na SIC, apresentou ‘Salve-se Quem Puder' com Marco Horácio. É protagonista da novela ‘Laços de Sangue'. Além de manequim, Diana Chaves tem sido o rosto de várias campanhas publicitárias. Foi nadadora de alta competição do Clube Sport Algés e Dafundo. Vive com César Peixoto, jogador do Benfica.

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publicado às 23:48

SIC Notícias adia ‘Plano’ de Crespo

por SIC - Blog, em 22.04.11

As eleições legislativas antecipadas trocaram as voltas na grelha da SIC, que se viu forçada a adiar pelo menos dois programas. O director-geral da estação, Luís Marques, já admitiu que "as eleições e o ciclo político atrasaram a agenda, que vai ser muito intensa, com entrevistas e debates", situação que se repete na SIC Notícias e afecta o regresso de Mário Crespo.

Ao CM, fonte de Carnaxide confirmou que "para já, não há espaço" para ‘Plano Inclinado’, o formato conduzido por Crespo e que foi suspenso em Fevereiro. O jornalista, que apresenta ainda ‘60 Minutos’ e ‘Jornal das Nove’, está afastado do ecrã há um mês e encontra-se de férias em Washington, nos EUA, onde foi durante vários anos correspondente. "Não antevejo grandes alterações em grelha até ao fim do plano eleitoral", adiantou ao CM. Crespo garante, no entanto, que vai regressar com um formato reformulado, que pode passar pela actualização do programa ou um conteúdo original. "Quando saí, estávamos a tratar de um formato em que pudesse ter outro tipo de protagonismo, mas com as mesmas características", revela o jornalista.

Também a estreia de Manuela Moura Guedes, na SIC generalista, ficou comprometida pelo calendário eleitoral, uma vez que "não vai ser fácil encaixar" o programa que a jornalista prepara para a estação, reconheceu Luís Marques.

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publicado às 13:34



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