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Casamento Real na SIC?

por SIC - Blog, em 26.06.11

Embora ainda não seja certo a SIC poderá fazer uma emissão especial do casamento real do principe Alberto do Mónaco e Charlene Wittstock. Júlia Pinheiro deverá ser a apresentadora deste casamento real na SIC no sábado dia 2 de Julho.

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publicado às 18:22

ACIDENTE: Angélico ligado ao ventilador

por SIC - Blog, em 26.06.11

"Continua internado na Unidade de Cuidados Intensivos e o prognóstico é muito reservado", referiu uma fonte ao Correio da Manhã, acrescentando que o antigo vocalista  dos D'Zrt, de 28 anos, está ligado a um sistema de suporte de vida.  

De acordo com a fonte, encontra-se na mesma Unidade de Cuidados Intensivos a rapariga de 17 anos que ficou também gravemente ferida no acidente, desconhecendo-se o seu estado de saúde.  

O acidente ocorreu cerca das 03h15 de sábado ao quilómetro 258 da autoestrada A1, no sentido Porto-Lisboa, junto à saída para Estarreja, tendo resultado num morto, dois feridos graves e um ferido ligeiro.  

"Angélico sofreu um traumatismo crânio-encefálico muito grave", referiu fonte do Hospital Santo António, onde o artista foi submetido a uma intervenção cirúrgica.  

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publicado às 18:18

‘Rosa Fogo’ quer incendiar SIC

por SIC - Blog, em 26.06.11

A SIC já tem sucessora para ‘Laços de Sangue’. Em Setembro chega a mais recente aposta de ficção nacional da estação de Carnaxide: ‘Rosa Fogo’, uma novela assinada por Patrícia Müller e que conta com um elenco de luxo para tentar manter uma luta renhida com a TVI pela liderança do horário nobre.

"É uma história de mulheres, muito feminina e forte sentimentalmente", revela a autora, que se inspirou na sensualidade do tango para construir a trama, que arranca em Buenos Aires, na Argentina. "A novela é muito apaixonada, sensual e sensorial, à flor da pele", garante Patrícia Müller, que no ano passado trocou a TVI pela SIC, assim como muitos dos actores que entram neste novo projecto. Para dar vida às emoções que prometem aquecer as noites da SIC, a argumentista conta com uma vasta equipa, onde se destaca o trio amoroso composto por Cláudia Vieira, José Fidalgo e Ângelo Rodrigues. A apresentadora de ‘Ídolos’ regressa à representação como Maria Azevedo Mayer, uma bailarina que perdeu os pais em criança e foi criada pela avó, Gilda Azevedo Mayer (Irene Cruz). "A Maria é bailarina profissional, a mãe era uma excelente bailarina, e ela tem uma academia [que herdou dos pais], faz espectáculos, é professora, a natureza dela é toda para a dança. É uma mulher muito assertiva, dura mas também descontraída e com uma força muito grande", adianta a actriz, que revela ainda a ligação "fortíssima" da personagem à avó Gilda. "Viajam sempre juntas, ela acompanha-a nos espectáculos e deu-lhe as grandes lições de vida. É o pilar da família e a Maria acata sempre as suas características", conta Cláudia Vieira sobre a personagem de Irene Cruz.

Maria vive um romance com José Fidalgo, no papel de Diogo Martins. "Eles têm uma relação perfeita, daquelas em que parece que nasceram um para o outro", explica a actriz. Mas a tranquilidade do casal vai ser abalada pela entrada em cena de Estêvão, interpretado por Ângelo Rodrigues. "Sou o pé de tijolo que vai aprender a dançar com a Maria, para se aproximar dela", admite o actor, que ainda está em ‘Laços de Sangue’ como Orlando. Sem medo de viver "um protagonista clássico", Ângelo Rodrigues diz que "há um grande desafio em fazer o bonzinho da história".

Na pele de um gestor que cuida da mãe (Lídia Franco), uma professora com Alzheimer, Ângelo destaca "a profundidade da personagem, que explora três mundos, o da paixão assolapada pela Maria, o lado sensível e privado de cuidar da mãe e o gestor, mais incisivo e audaz".

Aparentemente honesto, Diogo (José Fidalgo) vai revelar-se um dos vilões, controlado por José Maia (Rogério Samora), que vai fazer o contraponto ao clã de mulheres fortes. "Este homem tem um lado misterioso e eu próprio tenho medo dele", diz Samora. "Não é um vilão típico, porque esses já não existem, é um lobo com pele de cordeiro, uma pessoa que ataca o próximo no mundo dos sentimentos, que é o que temos de mais frágil. Ele não faz maldades, destrói mesmo".

Patrícia Müller aposta noutra divertida disputa amorosa entre os irmãos Alberto (Joaquim Horta) e Samuel (André Nunes). Os dois trabalham com a mãe, Alzira (Maria Emília Correia) na pastelaria Império e vão viver várias peripécias para conquistar a prima Glória (Dânia Neto). "A Glória vem para Lisboa estudar e os dois rapagões lá em casa acham-lhe um piadão. São dois mulherengos e vamos ter aqui uma disputa", conta Dânia. A actriz, que vai surgir de franja e cabelo curto, para criar "um ar de menininha colegial e singela", garante surpresas: no fundo, "ela é uma espertalhona que sabe muito da vida" e que vai perturbar o "império" da Alzira. "A Glória é uma excelente profissional, uma pasteleira à séria, faz aquilo melhor do que ninguém, o que vai desestabilizar aquele núcleo, visto que a Alzira é uma mãe-galinha, a comandar as tropas". Mas, garante Dânia, "vai ser hilariante".

Maria Emília Correia também confirma "animação e drama" em ‘Rosa Fogo’. "Sempre que alguma coisa resvala ou não corre bem com os filhos, a Alzira fica numa lástima verdadeira", explica a actriz, que se vai envolver com outro dos pesos pesados que brilham na novela. "Vou trabalhar com o Manuel Cavaco, não seremos bem um par romântico, mas algo que passa por aí". O actor, uma das recentes caras que a SIC ‘roubou’ à TVI, será Júlio Fragoso, um reformado que se dedica ao restauro de bicicletas e à exaustiva tarefa de controlar a vida dos vizinhos.

Na pastelaria Império, por onde vai passar grande parte das gentes do bairro, trabalha ainda Sílvia Fragoso (Oceana Basílio), uma funcionária dedicada, mas frustrada por não conseguir emprego na sua área de formação, a psicologia, um dos assuntos "actuais, polémicos, sérios e portugueses" que Patrícia Müller promete tratar em ‘Rosa Fogo’.

"Vamos trabalhar os temas com grande intensidade e temos um grande elenco", confia a autora, que destaca a participação especial de Joaquim de Almeida, que integra o núcleo da história que se desenrola na Argentina.

A SIC continua apostada em roubar à TVI a preferência dos portugueses no horário nobre, uma tarefa iniciada com ‘Laços de Sangue’, que obteve bons resultados. Assim, a continuidade da ficção nacional em antena é essencial para fidelizar o público. "Queremos atingir a liderança que neste momento disputamos taco a taco", assume o director-geral. Uma missão que Luís Marques crê ser consolidada com ‘Rosa Fogo’. "Temos conhecimento e competência para fazer uma história com a qualidade de ‘Laços de Sangue’ e queremos que os melhores ajudem a SIC a crescer", sublinhou.

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publicado às 18:05



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